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Paralelo

Por Assessoria •

Estado concede incentivos fiscais a empresas que investirão R$ 40 milhões em AL

Por meio do Programa de Desenvolvimento Integrado do Estado (Prodesin), o Governo de Alagoas concedeu incentivos fiscais  e locacionais  a mais cinco empresas. Os incentivos foram autorizados, na manhã desta quinta-feira (23), pelo Conselho Estadual do Desenvolvimento Econômico e Social (Conedes) de Alagoas, fazendo com que os empreendimentos injetem, juntos, mais de R$ 40 milhões na economia alagoana, garantindo a geração de 342 empregos diretos e estimulando a criação de outros 1.250 postos de trabalho de forma indireta.

Durante a reunião, que aconteceu em formato híbrido, foram deliberadas a aprovação de incentivos fiscais para cinco empresas – Disteo Atacado e Varejo, de Teotônio Vilela; Natural Alimentos Ltda, de Viçosa; Copra Indústria e Comércio, de Murici; Fertial e Norte Fish Pescados, ambas de Maceió. 

A concessão de incentivo locacional foi aprovada para a empresa Mui Nobre, do ramo atacadista de alimentos, que irá se instalar em Santana do Ipanema com investimentos na ordem de R$ 7,6 milhões e a geração inicial de 48 novos postos de trabalho no Sertão. De acordo com o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo, Marcius Beltrão, o Governo de Alagoas trabalha para promover um aquecimento do cenário econômico do Estado.

 “Em mais uma reunião do conselho, deliberamos, analisamos e aprovamos benefícios que, juntos, irão injetar cerca de R$ 40 milhões na economia de Alagoas e, o mais importante é que esses empreendimentos vão gerar emprego, renda e desenvolvimento na capital e nas cidades do interior, promovendo a interiorização do desenvolvimento econômico e ofertando postos de trabalho em todas as regiões de Alagoas”, afirma o secretário.

Prodesin

Os benefícios concedidos pelo Governo de Alagoas integram as ações do Programa de Desenvolvimento Integrado (Prodesin) que, em 2016, sofreu uma modernização e passou a oferecer a redução de 92% no pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na saída dos produtos industrializados. Ganharam também diferimento no ICMS, os bens destinados ao ativo fixo, a matéria-prima utilizada na fabricação de produtos e na aquisição interna de energia elétrica e gás natural.

Jana Braga