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Jana Braga

Por Jana Braga

Maceió: uma cadeira, 13 pré-candidatos e muitas dificuldades

Faltando cerca de 30 dias para o início da propaganda eleitoral, a disputa pela Prefeitura de Maceió deve apresentar um número significativo de candidatos dando ao eleitor a possibilidade de analisar e escolher entre diferentes perfis. É o que se espera de um quadro que se apresenta diverso, até então.

Alguns dos pretendentes ao cargo de prefeito poderão não largar, mas por enquanto 13 pré-candidatos se colocam no cenário. São eles: Alfredo Gaspar (MDB); Basile Christopoulos (PSOL); Cícero Almeida (DC); Cícero Filho (PCdoB); Corintho Campelo (PMN); Davi Davino Filho (PP); Fátima Romar (Cidadania); JHC (PSB); Josan Leite (Patriota); Lenilda Luna (UP); Ricardo Barbosa (PT); Ricardo Santa Ritta (Avante) e Ronaldo Lessa (PDT).

Uma eleição que será atípica se comparada à última, que se considerou uma caixinha de surpresas com a vitória, em todo o Brasil, de nomes que antes não se poderia imaginar. E com um ingrediente a mais: a pandemia e seus reflexos. O que ainda não pode ser mensurado eleitoralmente. Também não está claro como se dará a campanha em relação às medidas de distanciamento e protocolos sanitários que foram adotados em todo o país para conter o contágio do coronavírus.

Por outro lado, pela quantidade de autodeclaradas opções, subentende-se que administrar a cidade de Maceió seja uma tarefa fácil. Longe disto, o (a) próximo (a) prefeito (a) da capital terá pela frente um enorme desafio. Certamente, mais dificuldades do que facilidades. Da reorganização das finanças às mínimas necessidades da população mais carente passando por uma série de políticas públicas, investimentos e ações de variadas vertentes.

Ainda assim, cada candidatura é legítima. E caberá ao eleitor decidir quem melhor lhe representa.

Além de conquistar o voto, cada candidato ainda terá que convencer o eleitor a votar.

Uma tarefa a mais.

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